Você fala bem, tem ótimas ideias, é constantemente elogiado pelos seus projetos, mas tem uma coisa que pode prejudicar tudo isso de uma tacada só. O seu corpo. Mais especificamente como reage diante de reuniões, entrevistas de emprego e almoços de negócios. Como é quase imperceptível (pra você) acaba deixando uma impressão negativa sem você nem saber o porquê. E isso é ainda mais desafiador para as mulheres.
De acordo com um estudo da Universidade da Califórnia, leva 4 minutos pra uma pessoa formar a primeira impressão, 55% dela é com base na linguagem corporal, 38% no tom de voz e apenas 7% nas palavras em si. Em outras palavras, é melhor você se comportar adequadamente em uma entrevista de emprego do que parecer o sabe-tudo.
Jeannine Fallon, diretora executiva de comunicação corporativa da Edmunds, relatou a Forbes um exemplo muito interessante. Quando trabalhava na Volvo, Jean participou de um curso chamado “Mulheres sem limites”. Na ocasião, ela aprendeu que as mulheres tendem a sentar muito próximas da mesa numa reunião e organizar seu material, enquanto os homens sentam mais distantes, deixam seus papéis desorganizados, cruzam as pernas e colocam os braços atrás da cabeça. “Foi impressionante ver a relação entre espaço e dominância. O resultado disso? Nunca mais sentei tão próxima da mesa”, disse a executiva
Os 7 deslizes mais comuns da linguagem corporal:
1. Sorrir muito
2. Aperto de mão fraco
3. Roupas inadequadas
4. Balançar com frequência a cabeça em sinal de positivo
5. Braços parcialmente cruzados. (Mulheres, não façam isso!)
6. Mexer no cabelo e jóias. (também para mulheres, evitem.)
7. Minimização (lembre-se da mulher na mesa de reuniões)
Segundo a Forbes, a especialista em comunicação não-verbal Carol Kinsey explica porque mulheres devem ter ainda mais cuidado com a linguagem corporal: “Mulheres são muito mais expressivas que os homens. Eles são mais cínicos, e nos deixam loucas porque não podemos saber o que está acontecendo. Como continuamos falando e não vemos nenhuma reação, então começamos a entrar em pânico e exagerar.” Respirar fundo e treinar diante do espelho é o que se deve fazer pra combater as gafes. Apertar os dedos e as mãos também ajuda a aliviar a tensão.
Como no caso de homens e mulheres à mesa, será que é possível decifrar outras expressões corporais? Nosso cérebro decifra essas expressões inconscientemente, mas tornar algumas delas “conscientes”, pode nos render algumas vantagens. A seguir algumas expressões corporais comuns e como o cérebro as interpreta, segundo alguns estudos já demonstraram. Todo cuidado é pouco, mas não precisa virar um robô.
- Balançar a cabeça positivamente pode ser mal interpretado como submissão.
- Colocar as mãos sobre as pernas ou debaixo da mesa transmite desconfiança. Herança, talvez, da idade antiga quando homens precisavam mostrar a palma das mãos e deixar claro que estavam desarmados.
- Cruzar as pernas pode ser sinal de resistência
- Sorrir demais demonstra pouca seriedade
Há uma linha tênue separando essas duas formas de acreditar. A diferença não é apenas semântica, mas prática—embora inconsciente— e saber diferenciá-las talvez, apenas talvez, evite frustrações no trabalho e na vida pessoal.
Durante um ano, estive envolvido com a comunicação da Kia Motors e por consequência em seus concorrentes também, mais especificamente a Hyundai (ignorem o fato da Kia pertencer à Hyundai, pois são marcas administradas separadamente).
A revista Fortune perguntou o seguinte a 22 das pessoas mais bem-sucedidas do mundo: 





Desde sempre eu venho tentando responder a pergunta: como me manter 100% motivado nas coisas que faço? No trabalho, na academia, nas aulas de espanhol estou sempre brigando comigo mesmo para manter a motivação lá em cima. Nunca achei a resposta, mas me senti mais perto ao ler o artigo
Marketing é guerra meus amigos. Hoje, a maioria de vocês já devem ter percebido disso. Uma vez que a maioria de vocês são familiarizados com “Marketing de Guerra”, o livro que escrevi com meu ex-parceiro Al Ries sobre estratégia e táticas que podem ser implementadas na linha de frente do marketing. Com ajuda do general prussiano Karl von Clausewitz, conhecemos muitas das coisas que marqueteiros enfrentam no campo de batalha. Eu ofereço uma breve recapitulação em alguns dos pontos mais importantes para você enfrentar um motim.





